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| O Lendário Diretor Cecil B. DeMille |
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| O diretor iniciando o preparo das filmagens |
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| DeMille em seu escritório, entre projetos e roteiros. |
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| DeMille e alguns artistas do Ringling Brothers e Barnum & Bailey. |
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| Cecil e sua estrela Betty Hutton. |
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| Charlton Heston e Cecil B. DeMille. |
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| Brad (Heston), Holly (Betty Hutton) e Sebastian (Cornel Wilde): Um provável triangulo amoroso. |
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| Charlton Heston e um dos empresários do Ringling Brothers, John Ringling North. |
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| Ramon Gomez de La Serna, o "primeiro" Crítico de Circo. |
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| James Stewart como o carismático palhaço Buttons
Com toda a
certeza, quem poderia nos falar da poesia do circo (sim, o circo não é só um
espetáculo de entretenimento, mas como o cinema, também é uma arte) seria Ramon
Gomez de La Serna (1888-1963), famoso escritor espanhol, inventor das famosas greguerias, uma espécie de varieté do humor, e que foi também o “primeiro”
cronista de circo (e de certo, o
único). Quando assistimos a O Maior
Espetáculo da Terra, se reflete que só mesmo o espanhol La Serna poderia
fazer uma crônica do jeito que o filme mereceria, afinal, toda a atmosfera do
circo impregna inteiramente na fita, nos transbordando para o mundo maravilhoso
e fascinante do circo, nos impedindo ao mesmo tempo de falar sobre ele com
nossa prosa cotidiana, e muitas vezes, banal.
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| Brad Braden (Charton Heston) e palhaço Buttons (James Stewart). |
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| Além do Oscar conquistado por melhor filme de 1952, Cecil B. DeMille recebe das mãos do ator Henry Wilcoxon (que com o diretor também produziu o filme) o prêmio Irving Thalberg. |
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| Dorothy Lamour e Gloria Grahame, "artistas" do Ringling Brothers. |
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| Betty Hutton e Gloria Grahame, que disputam o afeto do patrão Brad. |
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| Gloria Grahame é Angel, uma domadora de elefantes. |
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| Divulgação |
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| A atlética Betty Hutton treinou muito no trapézio para viver Holly |
| Holly implora ao namorado e patrão Brad para ser a estrela do picadeiro central. Mas para segurança e investimento do espetáculo, Brad contrata o "Grande Sebastian" (Cornel Wilde). |
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| A domadora de elefantes Angel (Gloria Grahame) tem uma queda pelo patrão Brad (Charlton Heston). |
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| Que sofre uma queda quase fatal, que o deixa com o braço paralisado, acudido por Brad e Buttons. |
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| Angel e o domador Klaus, que tem pela artista uma paixão não correspondida. |
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| Holly se sente atraída por Sebastian, mesmo amando Brad. |
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| O terrível desastre de trem onde viajavam todos os artistas do circo. |
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| Entre os feridos, Brad encontra-se em estado mais grave, e precisará de uma transfusão de sangue. |
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| Sabendo do passado de Buttons, um outrora médico que matou a esposa por eutanásia e que esta sendo procurado pelo FBI, Holly implora ao amigo que salve a vida de Brad. |
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| Na metade da década de 1960, James Stewart voltou a se maquiar como Buttons, em um evento beneficente. Notem atrás do ator o poster do filme A História de Dr. Wassell, filme dirigido por Cecil B.DeMille e com Gary Cooper.
Esta
obra de Cecil B.DeMille apresentou um dos grandes desastres de trem em toda a
história das telas, somente equiparado à outra superprodução, A Conquista do Oeste (How The West Was Won),
em 1962. Embora o Western dirigido por John Ford, Henry Hathaway e George
Marshall, usasse trens reais para as cenas de ação, O Maior Espetáculo da Terra
usou de modelos de miniaturas pertencentes ao diretor, hoje um efeito um tanto ineficaz,
mas para a época foi de impressionar. Como em todos os filmes do diretor, não é
a história que conta e sim o espetáculo, e o cineasta conseguiu construi-lo em
2 horas e 32 minutos de duração, bem ao gosto da típica família americana dos
anos de 1950 (o espectador de hoje deve assistir como se transportasse para
este tempo. Muitos padrões de
moralidade e conduta vieram a desabar, e o público na ocasião era outro). |
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| O Famoso palhaço norte-americano Emmett Kelly. |
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| Os palhaços Buttons e Emmett. |
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| Buttons fazendo a alegria da criançada. |
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| Divulgação pelos jornais cariocas |
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| DeMille e William Boyd, o famoso Hopalong Cassidy, que aceitou o convite para uma pequena participação. |
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| O filme em divulgação nas grandes salas do Rio de Janeiro, na metade dos anos de 1950.
E certamente,
DeMille nos legou uma obra prima, um filme sensacional que veio a marcar não
somente sua carreira, mas que com o Oscar conquistado por Melhor Filme de 1952, marcou
no cineasta uma extraordinária vitória em sua vida. O Maior Espetáculo da Terra pode assim ser definido como arte
cinematográfica e como espetáculo. Música de Victor Young (1900-1956). |
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| DIVULGAÇÃO |
Ano de Produção: 1952
País: Estados Unidos
Gênero: Drama
Direção: Cecil B.
DeMille
Produção: Cecil B.
DeMille e Henry Wilcoxon, para a Paramount.
Argumento: Fredric M.
Frank, Theodore St. John, Frank Cavett.
Roteiro: Fredric M.
Frank, Barré Lyndon, Theodore St. John.
Fotografia: George
Barnes – em Cores
Montagem: Anne
Bauchens
Direção de Arte: Hal
Pereira e Walter H. Tyler
Figurinos: Edith
Head, Dorothy Jeakins, e Miles White
Música: Victor Young
Metragem: 152 minutos
Betty Hutton – Holly
Cornel Wilde – O
Grande Sebastian
Charlton Heston –
Brad Braden
James Stewart –
Palhaço Buttons
Dorothy Lamour –
Phyllis
Gloria Grahame –
Angel
Henry Wilcoxon –
Agente Gregory, FBI
Lyle Bettger – Klaus
Lawrence Tierney –
Mr. Henderson
Emmett Kelly – ele
mesmo.
John Kellogg – Harry
Frank Wilcox – Médico
da trupe
Lillian Albertson –
Mãe de Buttons
Julia Faye – Birdie
PARTICIPACOES
ESPECIAIS
Bing Crosby
Bob Hope
William Boyd
(Hopalong Cassidy)
CECIL B.DeMILLE
como narrador.





















































